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Assim
penso!
EXISTEM
CIDADES
SUBTERRÂNEAS
SEM
ESPADAS
E
METRALHADORAS?
As
lendas
sobre
cidades
e
civilizações
subterrâneas têm atravessado os
séculos.
Conta-se
que
certos
povos
foram
forçados
a
viver
no sub-solo
devido
a alguma
catástrofe
natural
ou
a
estranhos
ritos
esotéricos.
A
Arqueologia
tem confirmado,
em
parte,
algumas dessas
declarações.
Muitos,
porém,
pertencem
ainda
à
categoria
de
tradições
não
comprovadas.
Penso
que
por
baixo
do
nosso
apressado
e
agitado
mundo,
talvez
exista
um
outro,
cujas
fronteiras
se estendam
secretamente
ao
longo
de antigas
trilhas
e
cavernas
secretas.
Por
baixo
de
nossos
tão
glorificados emaranhados de
prédios,
que
chamamos de
cidades,
talvez
existam
sociedades
civilizadas
pelos
primazes
dos
Mestres,
que
estejam continuamente desenvolvendo
padrões
de
civilização
mais
elevados,
sem
espadas
nem
metralhadoras.
Todavia,
no
que
concerne a
nós,
homens
da
superfície,
talvez
nunca
venhamos a
conhecer
esse
subterrâneo,
a
menos
que
uma
guerra
atômica
nos
force a
buscar
abrigo
no
ventre
da
Mãe
Terra,
quais
homens
das
cavernas
retornando ao
lar.
Ironicamente.
É
lamentável
que
o
nosso
mundo,
que
ainda
tateia
indeciso
em
busca
dos
princípios
da
harmonia
criadora e da
fraternidade
universal,
ensinados
pelos
Mestres,
não
venha a
conhecer
seu
irmão
subterrâneo
das
grandes
profundezas
até
que
a
isto
seja
forçado
pela
extrema
desarmonia
da
guerra.
Contudo,
os
Mestres,
em
sua
profunda
sabedoria,
sempre
usaram a
desarmonia,
como
oportunidade,
para
ensinar
a
Verdade.
Aqueles,
cujos
ouvidos
estão sintonizados
com
as
correntes
cósmicas da
Verdade,
podem
ver
as poderosas e benévolas
mãos
dos
Mestres
nas
sugestões,
há
tempos
lançadas, de se
transferir
uma
parte
da
humanidade
para
comunidades
estabelecidas
profundamente
no sub-solo,
em
caso
de
guerra.
Os
departamentos
de
guerra
de todas as
grandes
nações
já
possuem
projetos
dessas
cidades
subterrâneas,
sem
compreenderem
que,
em
sua
frenética
trama
para
a
sobrevivência
de uma
minoria,
estão seguindo os
planos
dos
grandes
amigos
da
humanidade
para
a
sobrevivência
coletiva
e a
redenção
dos
homens.
Penso,
finalmente,
que
talvez
venhamos a
descobrir
que
os
nossos
povos,
que
vivem à
luz
do
Sol
visível,
não
são
os
únicos.
Quiçá
descubramos
que
nossas
civilizações
desenvolvidas na
superfície
da
Terra
tenham,
em
alguma
época,
sido
exatamente
duplicadas
por
civilizações
desenvolvidas
parcial
ou
completamente
no
seu
interior.
Então,
estaremos trilhando o
caminho
para
o
desenvolvimento
da
civilização,
que
tem sido a
meta
eterna
dos
Mestres
para
a
humanidade.
Que
o IPU, a AFAI e a AILCA inspirem-se no
dinamismo do
saudoso
Monsenhor
MORAES
!
jpMourão
(João
Pereira
Mourão)
Ipu/Fortaleza,
Ceará, Brasil, 29/05/2009
FILIE-SE E FORTIFIQUE A AFAI.
MAIS!
LUTE
COM
ELA
PELO
PROGRESSO DO IPU!
EM
AÇÃO A
DIRETORIA DO
BIÊNIO 2009/2010
30/05/2009 |