Quem de nós, quando jovens, nas escolas secundárias, não se lembra das bandinhas municipais tocando velhos dobrados por ocasião das festividades cívicas? Relembro perfeitamente a Bandinha do Mestre Marçal, na cidade do Ipu. No decorrer dos dobrados, meninos vadios ficavam à frente do trombone, principalmente, chupando tamarindo verde fazendo incríveis caretas ocasionando ao músico excesso de salivas e, por consegüinte, sem a condição mínima de tocar o seu instrumento. O velho regente – Mestre Marçal, ao ver a cena desprezava por instante a regência e dava três a quatro passos em busca de um dos pivetes. Estes saíam em correria para voltar logo depois.
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Logo após a comemoração ao Dia da Independência estaremos, em Outubro, exercendo a nossa cidadania elegendo os nossos próximos representantes para cargos estaduais e para Presidente da República. Exerçamos esse ato com dignidade. Não troquemos a nossa consciência por um aperto de mão; por um abraço, muitas vezes falso; por uma promessa qualquer. Sabemos que a classe política, na sua maioria, está desprovida do sentimento da probidade. Buscam, sempre, os seus interesses próprios, as suas reeleições. Se locupletam dos repasses, das famigeradas emendas parlamentares, dos convênios. É uma tristeza! E nós, o mínimo que possamos fazer é escolher com cuidado aqueles em quem a nossa consciência melhor indicar.
Num sentimento de nacionalidade, brasilidade, segue, em anexo, o dobrado “BRASIL” gravado pela Banda do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, regência do Tenente Luiz Paulo da Silva.
Ainda, em anexo, para os ipuenses, principalmente, foto da Bandinha do Mestre Marçal.